Ourisland é uma agência de viagens que surgiu da vontade de três amigos em apostar no que mais gostam de fazer: partilhar as suas experiências com pessoas de todo o mundo.

Enquanto ilhéus, queremos proporcionar-lhe momentos únicos de partilha através do nosso conhecimento e da nossa vontade em explorar consigo os encantos das ilhas. Será recebido por anfitriões preocupados com o seu bem-estar e que lhe querem presentear umas férias tanto relaxadas, quanto enriquecedoras.

O Luís tem 33 anos e nasceu no Faial. Cresceu entre histórias do mar contadas pelo seu avô, que foi baleeiro do Pico. Foi assim que o Luís se apaixonou pelo mundo vasto que é o mar, que vai desde os cachalotes aos piratas. Após a licenciatura em Cinema, regressou a casa para fazer um documentário sobre os baleeiros e por cá ficou. É apaixonado pelo desporto ao ar livre: corrida, bicicleta, natação e remo. É também um aventureiro nato da Natureza. Já com experiência profissional em explorar as ilhas do Triângulo, a sua maior satisfação é partilhar todo o seu conhecimento sobre o pedaço de terra que o viu nascer.

O Pedro, também da ilha do Faial, é um rapaz de 30 anos muito bem-disposto e com um coração enorme. Os seus dotes são intermináveis: é marinheiro, óptimo cozinheiro, fotógrafo, constrói casas de madeira, faz jardins suspensos em telhados, é colecionador de peças antigas, e, acima de tudo, é um anfitrião inigualável. Desde cedo se rendeu ao mar e fez o curso de Operador Marítimo-Turístico. Desde então, tem navegado por esse mar fora, cruzando oceanos e trazendo histórias do arco da velha. No entanto, a sua paixão pela Natureza e pela Cultura das ilhas, faz com que regresse sempre a casa.

A Rita tem 29 anos e é natural do Porto. Depois de estudar Cinema, rendeu-se aos Açores assim que veio filmar cá pela primeira vez. A Rita é sonhadora e cheia de vontade de conhecer tudo. Já viveu em alguns sítios pelo mundo e, apesar de adorar viajar e conhecer novos lugares, foi entre a Natureza das ilhas do Triângulo que se sentiu em casa. Ela descreve as ilhas como um cantinho mágico do mundo, que é imperativo descobrir. Mas não esconde que o Pico é a sua ilha de eleição. Cada vez que pisa o seu solo vulcânico pensa na sorte que teve do destino a trazer até aqui. Para ela, a luz das ilhas é diferente de tudo o que já viu e não se cansa de marcar esses momentos com a sua câmara.

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